O documentário dirigido por Sue Kim estreou nos cinemas em 12/10 e acompanha a construção do álbum Alter Ego e a estreia em White Lotus.
Durante o hiato do Blackpink em 2025, Lisa não ficou parada nem um segundo — e Always Lalisa, documentário dirigido por Sue Kim que chegou aos cinemas em 12 de outubro, é o registro de tudo o que coube naquele ano. Ela escreveu, gravou e lançou o álbum solo de estreia Alter Ego, estreou como atriz na segunda temporada de The White Lotus e ainda se preparou pra se apresentar no Coachella. Ano decisivo é pouco.
O filme acompanha essa transição entre ser "a Lisa do Blackpink" e construir uma identidade artística própria fora do grupo — algo que todo integrante de girl group/boy group enfrenta mais cedo ou mais tarde, mas que raramente é documentado com esse nível de acesso. Depois da passagem pelos cinemas, Always Lalisa migra pro YouTube Premium pra uma exclusividade de streaming ainda em 2026.
O que chama atenção na cobertura em cima do documentário não é só a música ou a atuação, mas o tamanho do salto: sair de uma das maiores girl groups do mundo, onde cada passo é coreografado e dividido entre quatro integrantes, pra carregar um álbum, um papel dramático numa série aclamada e um line-up de festival inteiro sozinha. É o tipo de ano que define carreira — pra melhor ou pra pior — e Always Lalisa parece ter sido feito bem na hora certa pra capturar isso sem o verniz de uma biografia autorizada tardia.
Pra quem acompanha de perto a cena do K-pop internacionalizando artistas individualmente (BTS também já andou nesse caminho), é mais um capítulo importante de como esse mercado está mudando.
Fonte: Variety (link abaixo)
Fonte: variety.com
