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Carrie, de Mike Flanagan, vira o novo fenômeno do Prime Video

A minissérie de 8 episódios estreou em 7/10 com 85% no Rotten Tomatoes e elogios do próprio Stephen King. Entenda o sucesso.

Por Janaína Prates · 14 out 2026 · 1 min de leitura

Mike Flanagan coleciona adaptações de Stephen King que funcionam (Doutor Sono, O Iluminado via Midnight Mass... bom, você entendeu a vibe), mas Carrie pode ser o ponto mais alto dessa parceria criativa até agora. A minissérie de oito episódios estreou no Prime Video em 7 de outubro, com todos os episódios liberados de uma vez, e virou o título mais assistido da plataforma quase instantaneamente.

Os números impressionam: 85% de aprovação no Rotten Tomatoes (com 111 críticas) e 83% de aprovação do público — uma unanimidade rara pra uma refilmagem de um livro que já virou filme, minissérie e até musical. E o detalhe mais bonito dessa história é o próprio Stephen King aparecendo pra elogiar publicamente, chamando a versão de Flanagan de "brilhante" e destacando que o que a série tem a dizer sobre redes sociais é "chocante e verdadeiro".

Essa atualização pro universo digital é o que faz essa Carrie parecer necessária em vez de só mais um remake por nostalgia. Trocar o bullying do corredor da escola — que já era devastador no livro de 1974 e no filme de 1976 — por uma versão amplificada pelas redes sociais é o tipo de escolha que só funciona quando quem está por trás entende o material original e sabe exatamente onde apertar. Pela repercussão (teve até quatro minutos de ovação na exibição do Fantastic Fest), parece que funcionou.

Vale lembrar: Carrie não é sobre uma garota com poderes só pra ter uma cena de prom explosiva no final. É sobre o que a crueldade comum, de todo dia, é capaz de transformar numa pessoa — e isso, infelizmente, não precisou de nenhuma atualização pra continuar relevante quase 50 anos depois.

Fonte: Collider (link abaixo)

Fonte: collider.com

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