Jornalistas tiveram acesso a uma demo de 2 horas no Switch 2, com câmera livre, pulo manual e novos controles. Game chega em 5 de novembro.
Comemorar 40 anos de The Legend of Zelda com o remake de um dos jogos mais amados da franquia é jogada segura — mas também arriscada, porque Ocarina of Time é tratado como relíquia sagrada por boa parte dos fãs. Antes do lançamento, marcado pra 5 de novembro, a Nintendo liberou uma demo prática de duas horas pra imprensa no escritório de Frankfurt, dividida em três blocos: 45 minutos no Bosque Kokiri com o tutorial, 15 minutos na Planície de Hyrule e uma hora inteira no Templo da Floresta, a primeira masmorra com Link adulto.
As mudanças de controle são o que mais chama atenção pra quem jogou o original de N64. O pulo deixou de ser automático nas bordas — agora o jogador decide quando pular, finalmente. Segurar o botão de rolamento faz Link correr, sem precisar ficar encadeando rolamentos feito nos anos 90. E a câmera, que no original ficava presa em ângulos fixos, agora se move livremente pelo analógico direito, com o clássico Z-targeting ainda disponível pra mirar em inimigos e objetos.
Nem tudo é elogio sem ressalva: uma das prévias apontou que o ataque de pulo com espada, que antes ficava direto no botão A, agora exige pular manualmente e golpear no ar — uma mudança que pode incomodar quem tinha o combate do original na ponta dos dedos. Também não é possível remapear os controles por completo, e desligar a câmera livre exige apertar ZL pra recentralizar atrás de Link, do jeito old school.
O remake sai exclusivamente pro Switch 2, por US$ 60 na versão digital e US$ 70 na física — e, pelo relato de quem já jogou, parece ter acertado o equilíbrio entre modernizar o controle e preservar o que fez o jogo ser lembrado como um dos melhores de todos os tempos.
Fonte: GodIsAGeek (link abaixo)
Fonte: godisageek.com
